Konnichiwa, meus putíssimos!
Como vão vocês?
Eu estou bem, mas preocupado e lotado de trabalhos a fazer. Ou seja, o vagabundo aqui vai tirar um tempinho e falar com vocês sobre mais um animezinho para darmos mais risadinhas!
Enquanto isso, eu deveria estar trabalhando... Ah, foda-se, começou tem que terminar -_-
Aaah! FLCL, CARA! FLCL É ANIMAL!
Mas, o que diabos é FLCL? :D
\o/ FLCL (pronunciado Furi Kuri e adaptado porcamente pelos americanos como Fooly Cooly) é um anime lançado em seis OVAs apenas, com cerca de 26 minutos de duração cada um. Criado e dirigido por Tsurumaki Kazuya e escrito por Enokido Yoji, a série tem uma mistura de Sci-Fi Mecha com comédia idiótica e temática non-sense. Foi lançada pela Gainax e pela Production I.G no ano de 2000 no Japão. Atualmente, existe uma adaptação para mangá feita pelo artista Ueda Hajime e um romance lançado pelo mesmo escritor dos OVAs, o Enokido.
Antes de continuar, gostaria de deixar bem claro que para compensar a escassez de imagens no último post (Love Love?), este aqui terá MUITA imagem bacana \o\!!
A história é estranha e não faz muito sentido. Nandaba Naota, um garoto mal-humorado e entediado de apenas 12 anos, vive em uma cidade esquecida e sem nada de interessante chamada Mabase. A pessoa que ele mais admirava, seu irmão mais velho, deixou o país para jogar Baseball nos EUA, e como resultado ele ficou vivendo com seu pai e avô numa padaria velha (que por algum motivo, só vendia coisas extremamente picantes e ardidas). Além disso, a ex-namorada do irmão, Samejima Mamimi, fica o dia inteiro o atazanando e pegando no seu pé - isso quando não o assedia na cara dura - por Naota lembra-la o ex-namorado.
Mas a vida chata não é culpa apenas de Naota e dos envolvidos com ele, mas também da Medical Mechanica - uma fábrica gigantesca que fica no centro da cidade e tem formato de ferro de passar roupa dourado - que todos os dias lança uma fumaça branca esquisita que, com o tempo, foi deixando os adultos da cidade mais idiotas.
Um belo dia então, enquanto voltava para casa acompanhado de Mamimi, uma garota esquisita montada numa mobilete chamada Vespa carregando um contrabaixo nas costas o atropela - e como se não bastasse - o chama de "Taro-kun" e da uma pancada incrivelmente forte com o Contrabaixo em sua testa. Depois disso foge.
Naquela noite, um chifre esquisito começou a sair da testa de Naota, que o empurrou pra dentro e o prendeu com um band-aid. Mas na noite seguinte, começou a crescer demais no meio da rua a ponto de estourar o Band-aid, saindo de lá dois Mechas gigantes que começaram a lutar um contra o outro destruindo tudo.
Um dos Mechas, vermelho e com uma TV na cabeça, derrotou o outro que tinha formato de mão gigante. Ainda assim, foi acertado por mais uma contrabaixada da garota esquisita (agora já apresentada como Haruhara Haruko e empregada na casa dos Nandaba), mudando de cor para azul-claro e ficando com personalidade gentil, logo se tornando empregado da padaria de coisas picantes e ganhando o carinhoso apelido de "Televi-kun", por causa da tela em sua cabeça.
Esse enredo sem sentido algum vai "tentando" se explicar com o tempo durante os episódios, mas sem sucesso algum nessa tentativa. Você termina o anime sem entender absolutamente nada da mesma forma de seu início.
Então por que infernos é tão legal!?
Primeiro motivo: Animação Sensacional!
Tudo bem, existem muitos animes com animação muito boa mas que não são tão legais assim. Mas FLCL não tem SÓ uma animação muito bem-feita, mas também conta com cenas hilariantes, diálogos muito rápidos, direção muito dinâmica, cortes bem calculados. Isso sem contar as cenas de sátiras, cenas feitas com páginas de mangá em movimento e as palhaçadas, com direito até a uma cena completa feita no estilo "South Park". É aquele tipo de animação rápida e confusa que você tem que assistir no mínimo duas vezes cada cena pra entender o que aconteceu. As vezes, até o traço meio desleixado do anime faz você gostar dele ainda mais. Enfim, uma direção maravilhosa, FATO!
Segundo motivo: Personagens Únicos!
FLCL é um dos únicos animes na história que são livres de QUALQUER clichê! Não existe um protagonista certinho, com garotas que gostam dele, um vilão malvado e cruel com sorriso maléfico, a CDF, a Tsundere, o amigo pervertido, o fim de episódio terminado em "pintura", NADA! Não existe nenhum ponto clichê em FLCL, e isso é MUITO interessante! Mamimi dando em cima do Naota, robôs que saem da testa e depois vão trabalhar de padeiros, fábrica com formato de ferro de passar roupa, alienigena andando de vespa, cara estranho que gruda fita marrom na testa pra fingir que tem sobrancelhas grossas... CARA, VOCÊ JAMAIS VAI VER ISSO EM OUTRO ANIME!!
Terceiro motivo: Trilha Sonora!
A trilha sonora de FLCL foi TOTALMENTE feita pela banda The Pillows, uma das melhores bandas de Rock no Japão. Assim como o anime de Beck foi consagrado por ter todas as músicas tocadas pelos Beat Crusaders, FLCL ainda passa na frente tendo não só as aberturas, encerramentos e temas individuais, mas também as músicas de fundo, efeitos sonoros e temas-ambiente também feitos por The Pillows. Não tem como assistir FLCL e não querer baixar as músicas logo em seguida!
No mesmo ritmo de anime alternativo fora dos clichês puxando pro non-sense, a direção de dublagem também foi inovadora em certos pontos. As vozes não são lá muito bonitinhas e gostosinhas, são até mais agressivas e realistas, tirando muito daquele "idealizado" dos animes em geral, com as garotas de vozes mais fininhas e apelativas, caras com vozes mais sacanas ou heróis que falam com cagoetes esquisitos. É como se tivessem pego algo realista de verdade e inserido três toneladas de cogumelos alucinógenos nos canos da cidade: a dublagem e narrativa fazem você ver algo que poderia ser real, até que surgem os aspectos sem sentido algum que fazem você se sentir incrivelmente fora da Terra.
Vai lá entender...
Enfim, essa dublagem não tem nenhum nome muito famoso, e ainda assim ASSASSINA, HUMILHA, POE NO CHINELO muitos animes com orçamento alto por aí.
Dá-lhe FLCL!
Não há muito mais a dizer de FLCL, afinal é uma série pequena de OVAs. Qualquer informação adicional pode ser considerada spoiler, e isso eu não tô aqui pra dar ;D.
Portanto vamos concluir alguns fatos:
Samejima Mamimi é sim, muito sexy.
Haruhara Haruko tem sim, voz esquisita.
Televi-kun é sim, MUITO foda (principalmente quando caga alguém).
O pai de Naota é sim, MUITO engraçado.
A direção do anime é exemplar, e eu não dou meu braço a torcer por NADA!!
Minha nota para FLCL é 9.0, muito bem merecidos. Só não dei mais porque é uma verdadeira pena algo tão bom ter só seis episódios, enquanto Naruto, Bleach e outras merdas desse tipo tem mais de 200.
Nós merecemos mais coisa boa assim, portanto, japoneses, nos presenteiem cada vez mais com obras bem boladas!
Só não exagerem tanto no Non-Sense... Sabe como é, entender a história de vez em quando é bom.
(Y)
\o
_________________________________________________________________________
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quarta-feira, 14 de julho de 2010
FLCL
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
LOVE LOVE?
Olá Putos!
Ohisashiburi da na!!
Eu sei que faz MUITO tempo que eu não posto nada (mais de um mês, pra ser mais exato), mas o motivo é justo: excesso de trabalho. Então aqui estou eu, nesse fim de quinta feira, baixando Shin Koihime Musou e aproveitando o tempo de download pra fazer vocês rirem bastante com o PIOR anime que eu ja assisti na vida!
Pra você ter uma idéia, "LOVE LOVE?" é tão ruim que eu não consegui achar mais que quatro imagens no Google, e dessas quatro, uma delas aparece repetida em duas que são montagenzinhas de screenshots (PODRÍSSIMO). Então as imagens deste post vão se repetir SIM, pra estarem bem de acordo com o nível dessa animação: horrorosa.
LOVE LOVE? é um anime de 13 episódios dirigido por Takahashi Takeo pelo estúdio m.o.e que rodou entre maio e junho de 2004 pela Sun TV e TV Kanagawa, no Japão. Trata-se de uma comédia romântica do gênero Ecchi/Harem com classificação indicativa 16 anos, ou seja, o típico anime da meia noite e meia.
A história deste anime é tão ruim que eu me esqueci do nome de todos os personagens. Não, mentira, tem uma de cabelo curto que se chama Katsuragi Youko, mas eu não gosto dela, só lembro porque a dubladora é a mesma da Kitaouji Satsuki de Ichigo 100%, uhul.
Continuando, cof cof...
A história desse anime é sobre... *autor do blog vai na wikipedia lembrar os nomes dos personagens* ...Ooizumi Naoto, um garoto colegial normal e feio. Ele por algum motivo bizarro é chamado por uma anã tiazona chamada *Wikipedia de novo...* Ikita Mitsuki pra ser o cameraman da série de Super Sentai que ela está produzindo junto com uma emissora de TV, chamada "Chou Henshin Cosprayer" (esse nome eu lembrei de cor o_o). Até aí tudo bem, até lembra Ichigo 100% com um moleque colegial que trabalha rumo ao sonho de cineasta, beleza. Aí ele vai pro campo de gravação da primeira temporada/episódio, sei lá o que é aquilo, mas é numa praia. Lá, depois de conhecer as atrizes (entre elas a garota que ele gosta, Yagami Raito;Iori;Taichi; Natsumi) ele é chamado a sós pela anã produtora, que diz a ele algo assim:
"O diretor se demitiu, então você que vai escrever os textos e dirigir o show a partir de agora"
Tipo assim:
-Q
Até aí não é tão escroto, Manaka Junpei conseguia dirigir filmes, e o clube de fotografia de Ai Yori Aoshi também era bem profissional, então ainda dá pra relevar. O esquema é que uma das garotas (que por algum motivo estava camuflada atrás da moita da praia (?)) ouviu a conversa entre Naoto e a Anã e contou para as outras garotas.
Então o plot desse anime se resume à seguinte frase:
Cinco garotas Robert que começam a dar em cima do protagonista só pra conseguir aparecer mais no programa de TV.
Cara, na boa, paciência tem limite, e meu saco não é de ferro!
Quando eu comecei a assistir o anime, até achei criativo e engraçadinho, mas não é!
É tosco!!
Tipo... AAARRRGH! Não tenho nem muito a falar... Sério, vai ser um post relativamente pequeno!
Então vamos ser diretos e comentar ponto por ponto até chegarmos ao fim... Cacete, até POSTAR sobre esse anime é chato!!
Primeiro ponto: ROTEIRO
Como eu já disse, o roteiro é PORCO e TRISTE, sendo um ótimo candidato para anime no dia de PORCUS TRISTES (que piada ridícula! Mas é melhor que LOVE LOVE?!!! :D).
A narrativa também não é boa, e os acontecimentos ocorrem em sequências mal-explicadas, que deixam você perdido apesar de ser uma comédia.
Ficar perdido em um mistério ou um suspense é LEGAL.
Na comédia romantica não, cara...
---
Segundo ponto: ANIMAÇÃO
Devo admitir que não é das piores. O Character Design não é muuuuito bonito, mas até que é kawaii, e juntando com uma animação mediana fez esse ser um dos únicos (senão o único) ponto bom de toda a série. Claro, dava pra ser MUITO melhor, mas se comparado com os outros tópicos, esse sem dúvida é o menos piorzinho. Sem contar que ja teve muito anime bom com animação tosca, como o final de Shurato e as sagas filler de Rurouni Kenshin.
Mas por favor, JAMAIS compare LOVE LOVE? com Shurato e Rurouni Kenshin. (L)
---
Terceiro ponto: DUBLAGEM
Kobayashi Sanae (Kitaouji Satsuki em Ichigo 100% e Lucy/Nyu em Elfen Lied) é a única coisa que prestou ao dublar Katsuragi Youko. Aliás, como eu já disse, é graças à dubladora que eu me lembro da personagem.
Todo o resto do elenco é escroto.
Ta bom, vai, não quero menosprezar os caras que trabalharam duro e tal. Os personagens são escrotos mesmo, e a direção de dublagem também foi zoada.
Sai daqui. \o
---
Quarto ponto: TRILHA SONORA
Sério, prestem atenção:
Sério, prestem atenção:
E digam pra mim o que acharam da frase no meio do refrão:
"Porque é Love Love
O meu peito está tremendo
Tudo bem você tocar nele"
ISSO cantado por uma Seiyuu desafinada é algo que você NÃO quer ouvir JAMAIS na sua VIDA!
Sim, com direito a um monte de CAPS LOCK!
Quinto ponto: DESENVOLVIMENTO
Inexistente.
Sexto ponto: CONTINUAÇÕES E SEQUELAS
Infelizmente, existem
Ainda não assisti nenhuma das duas, no entanto. A primeira, Hit wo Nerae!, vem antes de LOVE LOVE?. A segunda, Chou Henshin Cosprayer, tem o mesmo nome do programa dirigido pelo Naoto, e vem depois de LOVE LOVE?. Eu vou SIM assistir as duas, só pra dividir meu conhecimento (risadas alot) aqui com vocês.
(L)
(A falta de imagens desse anime na internet me forçou a repetir a primeira imagem)
A minha nota para LOVE LOVE? é 2,5. Sim, Dois e Meio!
E FUI GENEROSO! TINHA QUE TER DADO É UM ZERÃO ABSURDO!
Esses pontinhos foram dados pelos seguintes motivos:
1: Kobayashi Sanae dublando Katsuragi Yoko;
2: A música ridícula de abertura faz você rir;
0,5: Porque eu sou muito bonzinho e achei a animação decente.
Agora façam muito bem e sentem na frente do PC para NÃO ASSISTIR LOVE LOVE?!!
Ou assistam pra quererem morrer depois de tanto arrependimento.
Cocô absurdo, sai fora.
Prefiro algo mais seguro como ser juiz em uma luta de tubarões.
\o
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
Ichigo 100%
Olá, putos!!
Venho aqui lhes apresentar mais uma review! Não postei ontem pois era primeiro de abril, e eu estava ocupado demais contando mentiras para meus amigos.
Sou uma pessoa terrível, eu sei.
Mas este post é de verdade! Para relembrar que estamos vivos!!
E vamos falar de uma das comédias românticas de maior sucesso da Weekly Shonen Jump!
SIM SIM SIM!
MIL VEZES SIM!
Ichigo 100% foi um mangá maravilhosamente escrito por Kawashita Mizuki (Lilim Kiss, Akane-chan Overdrive, Hatsukoi Limited e recentemente sua última obra a ser finalizada, Ane Doki) pela Weekly Shonen Jump, da editora Shueisha entre 2002 e 2005. Conta com 167 capítulos divididos em 19 volumes, repletos de extras e omakes. Com uma história envolvente e uma narração exemplar, virou logo um anime com 12 episódios e um extra, tirando os quatro OVAs oficiais e o OVA Jump Festa que complementaram algumas partes interessantes da história.
Este anime foi produzido pela Madhouse e dirigido por Sekita Osamu em 2005 no japão. Por ser lançado antes do mangá ser finalizado, este anime não conta com um final fixo, apenas algo bem vago que fica de base para o leitor ter vontade de ler o mangá e saber o final verdadeiro.
Uma merda de final, mas enfim...
Ichigo 100% conta a história de Manaka Junpei, um garoto normal e bobão que tem o sonho de ser um grande cineasta. Por adorar filmes e fotografias, descobre que o terraço de sua escola é palco de uma vista maravilhosa ao por do sol. Resolve ficar um dia até tarde lá, e ir correndo escondido até a parte do terraço que é proibida para os alunos com sua câmera fotográfica na mão. Ao chegar lá, uma garota cai em cima dele por acidente, e por causa da luz forte do sol (AHAM), Junpei não consegue ver direito seu rosto, mas vê apenas que a calcinha da garota tinha estampas de morango.
Ao ver que a garota da calcinha de morango largara um caderno antes de sair correndo do terraço, Junpei resolve abrir pra saber de quem é. Vê o nome "Toujou Aya", e vai ver quem é.
Dá de cara com uma nerdzinha feinha, com trancinhas descuidadas, óculos gigantes e um testão. E dentro do seu caderno, uma história maravilhosamente bem escrita estava sendo criada. Junpei ficou maravilhado pela história e virou amiguinho da garota.
"Mas a garota do terraço parecia tão linda", pensa Junpei. Ao pedir então conselhos para seus amigos Ookusa e Komiyama, os dois chegam na conclusão de que "deve ser um engano, essa garota deve ser a popular da escola, que todos dizem ser a mais bonita: Nishino Tsukasa".
E no meio da discussão, Manaka acaba por receber um desafio: "Declare-se para Nishino Tsukasa, eu duvido!"
Como o garoto gosta de desafios - e não tinha de fato nada a perder, resolve se declarar pra ela. Porém, antes foi pedir algum conselho para Toujou sobre "como uma garota gostaria de receber uma declaração". Toujou diz que não sabe, mas segundo as personagens dos livros que costumava ler, garotas gostam de homens valentes, mais esportivos, e algo do tipo.
Babaka Junpei resolve se declarar enquanto faz barra no ginásio do colégio.
E ainda por cima, Nishino aceita.
Porém, com o desenrolar, mesmo com uma namorada bonita, Junpei percebe que se Aya tirar os óculos, desfazer as tranças e deixar a franja cair no rosto, vira a garota mais linda do colégio.
De fato, Toujou Aya era a garota de calcinhas de morango pela qual Manaka Junpei havia se apaixonado a primeira vista.
Mas agora ele namora Nishino Tsukasa.
WHAT TO DO!?
Além de Tsukasa e Aya, o elenco de Ichigo 100% começa a aumentar cada vez mais com garotas e mais garotas. Tirando a saída do personagem Ookusa depois da formatura do ensino fundamental e então entrando Sotomura Hiroshi e mais tarde o rival Amachi, o resto dos personagens que entraram são só garotas. E a maioria delas se apaixonando por Junpei.
Kitaouji Satsuki, Minamito Yui, Sotomura Misuzu, Hashimoto Chinami, Kozue Mukai, entre outras garotas, vão aparecendo e fazendo da história cada vez mais harem e ecchi.
Com isso, Kawashita Mizuki foi criando arcos e sagas com Junpei fazendo filmes no clube de cinema do colegial ao lado das beldades, viagens de classe, encontros e desencontros, enfim: tudo o que um mangá ecchi e harem tem direito.
A animação de Ichigo 100% foi tosca. Foi um anime bobo que não chegou nem na metade da história original.
O pouco que foi contado do mangá em anime até que foi bem contado.
Mas foi tão pouco, mas TÃO pouco, que ficou chato.
A animação foi podrezinha e mal feitinha, e os personagens não ficaram muito parecidos, sofrendo do mesmo problema de Love Hina em que o design das garotas ficou mais feio.
Ainda assim, consegue divertir o espectador. Por não contar um final, tanto faz ver antes ou depois do mangá.
O problema é que se ver depois, vai se decepcionar com a história pouco-contada.
A trilha sonora de Ichigo 100% não foi bacana. A abertura era chata e o encerramento também.
Agora as músicas de dentro da série foram WIN total. Os corinhos de "Cha la la lala, awa", os "Oh Yeah" e outros efeitinhos e musiquinhas foram muito bons e bem escolhidos.
Outro ponto forte do anime é que a dublagem foi maravilhosamente bem bolada.
Não tenho NADA a reclamar da dublagem.
Porra, os berros de Suzumura Kenichi na voz de Manaka Junpei foram hilários.
E as garotas... Ahh, as garotas... *-*
Toujou Aya foi dublada por ninguém menos que Noto Mamiko, a dubladora mais fofa da história (voz também de Hecate em Shakugan no Shana, Rinko em Ueki no Housoku, Yuka em Elfen Lied, Tsukamoto Yakumo em School Rumble, entre outros). Encaixou tão bem, mas TÃO BEM, que quando eu fui ler o mangá depois do anime eu lia as falas da Toujou tentando imita-la. WIN.
Nishino Tsukasa teve sua personalidade levemente mesquinha e ao mesmo tempo dedicada muito bem interpretada por Toyoguchi Megumi (Yumi em Chobits). Ficou um pouco anasalada e irritante, mas tudo bem, eu não gosto dela mesmo.
Kobayashi Sanae (Lucy em Elfen Lied) dublou Kitaouji Satsuki da melhor maneira possível. Assim como a Toujou, eu não consigo imaginar outra voz pra ela! É impossível! Ficou perfeito! Eu adoro a voz da Kobayashi Sanae, e acho que vocês vão gostar também!
Mas eu SEMPRE vou puxar sardinha pra Minamito Yui nesse anime: afinal de contas, ela foi dublada pela MIZUKI NANA! LOL, MIZUKI NANA, CARA!
É DEMAIS!! *morre do coração*
Uma coisa que não gostei em Ichigo 100% foi da evolução. Diferente de Tengen Toppa Gurren Lagann por exemplo, em que o protagonista começa embaixo da terra e termina no espaço, ou em Ueki no Housoku em que o garoto começa como um pivete com um poderzinho fraco de transformar lixo em árvore e acaba descobrindo que é filho de seres celestiais e tem poderes supremos vindos direto do mundo dos céus, Ichigo 100% fica na mesmície a série inteira. É tudo uma questão de vai e vem (ui), reviravoltas, escolhas certas e erradas, encontros e desencontros e nada de uma evolução de fato.
Faltou isso pra gente se enturmar ainda mais com os personagens, sério.
Depois do fim do anime, veio o fim do mangá, o que resultou em um grande sucesso de vendas de Tankobons e mais tarde a criação de quatro OVAs para contar arcos interessantes do mangá.
Ainda não deu um final pra história... Mas foi melhor que o anime, a animação foi um pouquinho mais bem feita e foi mais fiel à história original.
Com o sucesso garantido nas bancas, Ichigo 100% acabou virando um dos poucos mangás shonen de comédia romântica a ter jogos de videogame e ainda por cima uma participação de seus personagens do game para DS Jump Super Stars e Jump Ultimate Super Stars. Enquanto esse game contava com os narutos e bleaches da vida pra dar porrada, Ichigo 100% encaixou Aya, Tsukasa, Satsuki e Yui como personagens de suporte e quebrou todo o climinha chato que esses mainstreams de doze anos de idade tavam dando.
WIN de novo.
E pra finalizar os extras, veio Ichigo 100% OVA: Jump Festa, que se trata de um OVA spin Off que conta o arco em que eles gravam o filme do clube de cinema do segundo ano. Com direção mudada e uns tratos bem mais qualificados, a animação ganhou vários pontos, ficou mais engraçado e envolveu o espectador. Foi um ótimo OVA, pena que o anime inteiro não foi assim.
Minha nota para o mangá de Ichigo 100% por Kawashita Mizuki é 9, e eu só não dou 10 por que o final foi ridículo. Se você não liga pra spoilers ou já viu este anime e leu o mangá, leia e discuta comigo no post que fiz agora há pouco sobre o Final de Ichigo 100%.
O anime por ter sido feito nas coxas não merece mais do que 6,5, embora seus OVAs tenham compensado um pouquinho. Mas isso não é desculpa, a série ficou ruim e isso não tem como mudar.
Ainda assim, se você é um bom apreciador de comédias harém e ecchi, eu aconselho o mangá e o anime, sim. Como o anime ruim é curto e o mangá bom é longo, não vai fazer você perder muito tempo com o que vale a pena.
Portanto vá em frente.
Mas eu garanto: o final decepciona...
T-T
\o
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Venho aqui lhes apresentar mais uma review! Não postei ontem pois era primeiro de abril, e eu estava ocupado demais contando mentiras para meus amigos.
Sou uma pessoa terrível, eu sei.
Mas este post é de verdade! Para relembrar que estamos vivos!!
E vamos falar de uma das comédias românticas de maior sucesso da Weekly Shonen Jump!
SIM SIM SIM!
MIL VEZES SIM!
Ichigo 100% foi um mangá maravilhosamente escrito por Kawashita Mizuki (Lilim Kiss, Akane-chan Overdrive, Hatsukoi Limited e recentemente sua última obra a ser finalizada, Ane Doki) pela Weekly Shonen Jump, da editora Shueisha entre 2002 e 2005. Conta com 167 capítulos divididos em 19 volumes, repletos de extras e omakes. Com uma história envolvente e uma narração exemplar, virou logo um anime com 12 episódios e um extra, tirando os quatro OVAs oficiais e o OVA Jump Festa que complementaram algumas partes interessantes da história.
Este anime foi produzido pela Madhouse e dirigido por Sekita Osamu em 2005 no japão. Por ser lançado antes do mangá ser finalizado, este anime não conta com um final fixo, apenas algo bem vago que fica de base para o leitor ter vontade de ler o mangá e saber o final verdadeiro.
Uma merda de final, mas enfim...
Ichigo 100% conta a história de Manaka Junpei, um garoto normal e bobão que tem o sonho de ser um grande cineasta. Por adorar filmes e fotografias, descobre que o terraço de sua escola é palco de uma vista maravilhosa ao por do sol. Resolve ficar um dia até tarde lá, e ir correndo escondido até a parte do terraço que é proibida para os alunos com sua câmera fotográfica na mão. Ao chegar lá, uma garota cai em cima dele por acidente, e por causa da luz forte do sol (AHAM), Junpei não consegue ver direito seu rosto, mas vê apenas que a calcinha da garota tinha estampas de morango.
Ao ver que a garota da calcinha de morango largara um caderno antes de sair correndo do terraço, Junpei resolve abrir pra saber de quem é. Vê o nome "Toujou Aya", e vai ver quem é.
Dá de cara com uma nerdzinha feinha, com trancinhas descuidadas, óculos gigantes e um testão. E dentro do seu caderno, uma história maravilhosamente bem escrita estava sendo criada. Junpei ficou maravilhado pela história e virou amiguinho da garota.
"Mas a garota do terraço parecia tão linda", pensa Junpei. Ao pedir então conselhos para seus amigos Ookusa e Komiyama, os dois chegam na conclusão de que "deve ser um engano, essa garota deve ser a popular da escola, que todos dizem ser a mais bonita: Nishino Tsukasa".
E no meio da discussão, Manaka acaba por receber um desafio: "Declare-se para Nishino Tsukasa, eu duvido!"
Como o garoto gosta de desafios - e não tinha de fato nada a perder, resolve se declarar pra ela. Porém, antes foi pedir algum conselho para Toujou sobre "como uma garota gostaria de receber uma declaração". Toujou diz que não sabe, mas segundo as personagens dos livros que costumava ler, garotas gostam de homens valentes, mais esportivos, e algo do tipo.
Babaka Junpei resolve se declarar enquanto faz barra no ginásio do colégio.
E ainda por cima, Nishino aceita.
Porém, com o desenrolar, mesmo com uma namorada bonita, Junpei percebe que se Aya tirar os óculos, desfazer as tranças e deixar a franja cair no rosto, vira a garota mais linda do colégio.
De fato, Toujou Aya era a garota de calcinhas de morango pela qual Manaka Junpei havia se apaixonado a primeira vista.
Mas agora ele namora Nishino Tsukasa.
WHAT TO DO!?
Além de Tsukasa e Aya, o elenco de Ichigo 100% começa a aumentar cada vez mais com garotas e mais garotas. Tirando a saída do personagem Ookusa depois da formatura do ensino fundamental e então entrando Sotomura Hiroshi e mais tarde o rival Amachi, o resto dos personagens que entraram são só garotas. E a maioria delas se apaixonando por Junpei.
Kitaouji Satsuki, Minamito Yui, Sotomura Misuzu, Hashimoto Chinami, Kozue Mukai, entre outras garotas, vão aparecendo e fazendo da história cada vez mais harem e ecchi.
Com isso, Kawashita Mizuki foi criando arcos e sagas com Junpei fazendo filmes no clube de cinema do colegial ao lado das beldades, viagens de classe, encontros e desencontros, enfim: tudo o que um mangá ecchi e harem tem direito.
A animação de Ichigo 100% foi tosca. Foi um anime bobo que não chegou nem na metade da história original.
O pouco que foi contado do mangá em anime até que foi bem contado.
Mas foi tão pouco, mas TÃO pouco, que ficou chato.
A animação foi podrezinha e mal feitinha, e os personagens não ficaram muito parecidos, sofrendo do mesmo problema de Love Hina em que o design das garotas ficou mais feio.
Ainda assim, consegue divertir o espectador. Por não contar um final, tanto faz ver antes ou depois do mangá.
O problema é que se ver depois, vai se decepcionar com a história pouco-contada.
A trilha sonora de Ichigo 100% não foi bacana. A abertura era chata e o encerramento também.
Agora as músicas de dentro da série foram WIN total. Os corinhos de "Cha la la lala, awa", os "Oh Yeah" e outros efeitinhos e musiquinhas foram muito bons e bem escolhidos.
Outro ponto forte do anime é que a dublagem foi maravilhosamente bem bolada.
Não tenho NADA a reclamar da dublagem.
Porra, os berros de Suzumura Kenichi na voz de Manaka Junpei foram hilários.
E as garotas... Ahh, as garotas... *-*
Toujou Aya foi dublada por ninguém menos que Noto Mamiko, a dubladora mais fofa da história (voz também de Hecate em Shakugan no Shana, Rinko em Ueki no Housoku, Yuka em Elfen Lied, Tsukamoto Yakumo em School Rumble, entre outros). Encaixou tão bem, mas TÃO BEM, que quando eu fui ler o mangá depois do anime eu lia as falas da Toujou tentando imita-la. WIN.
Nishino Tsukasa teve sua personalidade levemente mesquinha e ao mesmo tempo dedicada muito bem interpretada por Toyoguchi Megumi (Yumi em Chobits). Ficou um pouco anasalada e irritante, mas tudo bem, eu não gosto dela mesmo.
Kobayashi Sanae (Lucy em Elfen Lied) dublou Kitaouji Satsuki da melhor maneira possível. Assim como a Toujou, eu não consigo imaginar outra voz pra ela! É impossível! Ficou perfeito! Eu adoro a voz da Kobayashi Sanae, e acho que vocês vão gostar também!
Mas eu SEMPRE vou puxar sardinha pra Minamito Yui nesse anime: afinal de contas, ela foi dublada pela MIZUKI NANA! LOL, MIZUKI NANA, CARA!
É DEMAIS!! *morre do coração*
Uma coisa que não gostei em Ichigo 100% foi da evolução. Diferente de Tengen Toppa Gurren Lagann por exemplo, em que o protagonista começa embaixo da terra e termina no espaço, ou em Ueki no Housoku em que o garoto começa como um pivete com um poderzinho fraco de transformar lixo em árvore e acaba descobrindo que é filho de seres celestiais e tem poderes supremos vindos direto do mundo dos céus, Ichigo 100% fica na mesmície a série inteira. É tudo uma questão de vai e vem (ui), reviravoltas, escolhas certas e erradas, encontros e desencontros e nada de uma evolução de fato.
Faltou isso pra gente se enturmar ainda mais com os personagens, sério.
Depois do fim do anime, veio o fim do mangá, o que resultou em um grande sucesso de vendas de Tankobons e mais tarde a criação de quatro OVAs para contar arcos interessantes do mangá.
Ainda não deu um final pra história... Mas foi melhor que o anime, a animação foi um pouquinho mais bem feita e foi mais fiel à história original.
Com o sucesso garantido nas bancas, Ichigo 100% acabou virando um dos poucos mangás shonen de comédia romântica a ter jogos de videogame e ainda por cima uma participação de seus personagens do game para DS Jump Super Stars e Jump Ultimate Super Stars. Enquanto esse game contava com os narutos e bleaches da vida pra dar porrada, Ichigo 100% encaixou Aya, Tsukasa, Satsuki e Yui como personagens de suporte e quebrou todo o climinha chato que esses mainstreams de doze anos de idade tavam dando.
WIN de novo.
E pra finalizar os extras, veio Ichigo 100% OVA: Jump Festa, que se trata de um OVA spin Off que conta o arco em que eles gravam o filme do clube de cinema do segundo ano. Com direção mudada e uns tratos bem mais qualificados, a animação ganhou vários pontos, ficou mais engraçado e envolveu o espectador. Foi um ótimo OVA, pena que o anime inteiro não foi assim.
Minha nota para o mangá de Ichigo 100% por Kawashita Mizuki é 9, e eu só não dou 10 por que o final foi ridículo. Se você não liga pra spoilers ou já viu este anime e leu o mangá, leia e discuta comigo no post que fiz agora há pouco sobre o Final de Ichigo 100%.
O anime por ter sido feito nas coxas não merece mais do que 6,5, embora seus OVAs tenham compensado um pouquinho. Mas isso não é desculpa, a série ficou ruim e isso não tem como mudar.
Ainda assim, se você é um bom apreciador de comédias harém e ecchi, eu aconselho o mangá e o anime, sim. Como o anime ruim é curto e o mangá bom é longo, não vai fazer você perder muito tempo com o que vale a pena.
Portanto vá em frente.
Mas eu garanto: o final decepciona...
T-T
\o
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domingo, 14 de março de 2010
Onegai Teacher
Boa noite, putos!
(ou bom dia ou boa tarde dependendo da hora que você estiver lendo isso, duh!)
Dessa vez vamos conversar sobre algo incrivelmente fofo e bonitinho, ao mesmo tempo que esquisito e sensual.
Arriarriarriarriaria DORGAS MANO
ONEGAI TEACHER!! \o\
Porque afinal, quem NUNCA quis comer alguma professora?
Ok, eu nunca quis, porque na vida real uma professora como essa jamais existiria! Professoras assim só existem em animes, filmes pornô e talvez no Acre.
E é POR ISSO que Onegai Teacher é tão bom!
Ok ok, parece que não estou falando coisa com coisa... Vamos melhorar a situação disso aqui e começar a review pra valer. Mão na massa, brow! *Tiozão Spirits*
Onegai Teacher (ou Please Teacher se você for gringo, q) é uma série de Anime produzida pela Bandai Visual, com roteiros de Kuroda Yousuke e direção de Ide Yasunori. Conta com 12 episódios + um OVA e uma versão mangá (um dos poucos casos em que o tankobon/volume sai depois da série televisiva) escrita por Hayashiya Shizuru em dois volumes (cerca de catorze capítulos). Conta com uma animação bonita e jeitosa, com cenas bem iluminadas e com bastante aplicação do clássico "climinha" romântico. Ainda assim, não se pode considerar um Shoujo, por causa do excesso de Fanservice, pois afinal de contas, apesar de todos os pontos bons desta série, o motivo de seu sucesso está em duas palavras:
Kazami Mizuho.
Yeah, baby, that's what I'm talkin'bout!
A história se desenvolve em volta do protagonista Kusanagi Kei, um jovem adolescente colegial que sofre de um problema chamado de "Tetai". Trata-se de uma doença que faz o garoto - simplesmente DO NADA - desmaiar e estagnar em coma quando sente fortes emoções ou passa por algum tipo de grande aperto. Por ter passado 3 anos em coma durante a adolescência, Kei já é maior de idade (com 18 anos) embora ainda pareça ter 15 (enquanto seus colegas de classe realmente tenham 15 aparentando 17). Um belo dia ele vê luzes estranhas no céu e repara que é um OVNI aterrissando na Terra, no lago da pequena cidade onde mora, OMFG! No dia seguinte, uma nova professora é apresentada na escola, e ela TAMBÉM é a nova vizinha de Kei. Até aí nenhum grande problema, até Kei resolver ajudá-la com a mudança e ver coisas dentro das caixas que não deveria - e descobrir que Kazami Mizuho (a Sensei sensacional) é na verdade a Alien que saiu de dentro daquela nave espacial.
Por causa de um mal entendido depois de uma perseguição que resultou em um teletransporte mal-sucedido (uau!), Kei e Mizuho são encontrados juntos seminus dentro de uma banheira pelo Tio Minoru, o que obviamente é confundido por algo bem mais TENSO e os obriga a se casarem para evitar maiores conflitos.
Pois é, Onegai Teacher nada mais é do que um pivete doente que casa com sua professora-vizinha alienígena supergata (LOL, por que você não disse só isso de uma vez, reviewer idiota!)
ACONTECE que Kei (por algum motivo bizarro que só s encontra em comédias românticas Ecchi) mesmo sendo baixinho e doentinho, tem Herikawa Koishi, sua colega de classe, para ser completamente apaixonada por ele. Além disso seu melhor amigo, Magumo Hyosuke, tem um relacionamento esquisito com a altona Misumi Kaede que aparenta ser algum tipo de ninfomaníaca, enquanto a terceira garota da turma, Morino Ichigo, ocupa o papel de Nagato Yuki; Ezomori Nozomu; Eve; Golden Darkness; Shirayuki Mizore; Shana; Thabita lolicon inexpressiva. Como personagens extra temos o pervertido Shidou Matagu (que não come ninguém), os robozinhos Marie e Miruru, a irmã de Mizuho, Maho, e sua mãe Hatsuho. O clássico Tio Minoru (com selo Porn Movie Director Approval) e sua esposa Konoha (que por algum motivo esquisito ainda não anda como um alicate) também são de suma importância no começo na história toda.
Com o tempo, Kei acaba começando a gostar da sua professora e se acostumando com o fato de que eles realmente são casados, o que o leva a parar de gostar das garotas da sua idade e se revelar um MILF lover.
Mas afinal de contas, QUEM não se declararia um MILF lover em praça pública quando sua esposa é KAZAMI MIZUHO!?
Como eu já disse, o ponto mais forte da série é a protagonista boazuda, ok. Começou BEM! Depois disso, temos homens relativamente feios, continuou MUITO BEM! Adicione várias garotas no harem desse protagonista, todas elas com seu respectivo tamanho de peito charme especial e tudo anda REALMENTE BEM!
Aí sabe o que você faz? Tira a comédia e deixa só o romancezinho fofo ;D
HELL NO!
FALTOU! FALTOU MUITA COISA AÍ!!
Que tipo de comédia romântica não tem comédia? Virou só um romance dramático, sério. Não é uma história ruim, tem uma narrativa boa, personagens envolventes e um enredo legal. Mas sem o mínimo de descontração, assistir Onegai Teacher se torna massivo e pesado, só te fazendo rir de verdade quando chega no décimo terceiro episódio, que na verdade é um OVA.
Algo que também ficou ruim em Onegai Teacher foi a trilha sonora. Digo, as músicas dentro do anime, de fundo, dão um clima legal e foram super bem boladas, beleza. Mas aquela abertura eletrônica baladinha pela Kotoko e um encerramento que eu nem lembro qual é o ritmo NÃO FORAM LEGAIS!!
Ainda assim, a parte de áudio não foi pior graças à dublagem exemplar. Estamos falando de Kazami Mizuho sendo dublada por ninguém menos que INOUE KIKUKO! Sim, Inoue Kikuko, a dubladora de 90% das professoras de animes colegiais, adivinha por que!
Hoshi Soichiro dublou bem o Kei, mas só forçou demais no lance de doentinho dele. A voz falhava em momentos normais, que não precisava falhar... Ainda assim, foi uma boa dublagem.
Outra coisa sobre a dublagem que deve ser ressaltada é que tanto em Onegai Teacher como em Onegai Twins, Ichigo Morino é dublada por Tamura Yukari. Até aí normal, ela trabalhou muito bem. Porém em Teacher, fez uma voz mais séria e preocupada, enquanto em Twins foi o motivo das maiores risadas de toda a série. Ficou meio que bizarro, algo que você não acostuma assim tão fácil.
Deixando o anime ligeiramente de lado, o Mangá também conta a mesma história. Porém, todo o ponto fraco do anime de tirar a comédia e deixar só o romance foi substituido por uma narrativa hilária e contagiante de Hayashiya. De fato, mais uma vez o mangá superou o anime, mesmo saindo depois. O final foi mais envolvente embora conte exatamente a mesma coisa, e deixou o leitor com vontade de quero mais. Não teve o "mais", teve só Onegai Twins, mas por contar uma história totalmente diferente, vamos falar dele em outra ocasião.
Outro ponto interessante em Onegai Teacher é que não só a professora é gostosa - mas sua mãe também. E além disso, sua irmazinha piveta e lolicon TAMBÉM ganhou parte no romancezinho com Kei (embora bem de lado). Kazami Hatsuho e Kazami Maho (Mãe e Irmazinha, respectivamente) são as duas aliens extras que dividiram o posto de musa da história junto com a Sensei.
Temos que dar um troféu joinha para os roteiros de Kuroda: ele conseguiu encaixar TODOS os clichês de garotas dentro da história. E de garotos também!
A professora gostosa e inteligente, compreensiva e calma.
O protagonista pivete e azarado (e dessa vez doente!)
A amiga apaixonada que não tem coragem de se confessar.
O amigo pervertido que não pega ninguém.
O amigo popular que pega a esportista.
A esportista que pega o popular e ainda é ninfomaníaca.
A baixinha lolicon que fala pouco e baixo.
O tio engraçado e tarado.
A tia que bate no tio quando ele é tarado.
A mãe gostosa.
A irmã fofinha.
O pet engraçadinho.
Outro pet engraçadinho.
Um professor com cara de bunda que se revela bem mais importante no desenrolar da história.
Caraca, é muito estereótipo!!!
Só falta o Kei levantar os braços e pedir ajuda pra fazer a Genki Dama.
Ah sim, essa foto me fez lembrar de algo importante:
Momentos inconvenientes.
Onegai Teacher é cheio deles. Cair em cima da sua professora no chão, ser confundido com um gay por ser encontrado sozinho com seu melhor amigo, encontrar sua mãe levando seu marido pro motel, acordar de noite e achar que seu marido tá te passando a mão mas na verdade é o amigo dele bêbado de sono, e daí pra baixo.
SEMPRE existem esses momentos, ok.
Onegai Teacher se superou. A cada episódio tem uma cena desconfortável. Uma não. Várias.
Bom, então vamos fazer um balanço geral do anime:
1-Kazami Mizuho: OK
2-Estereótipos A Lot: OK
3-Faltou comédia: FAIL
4-Trilha Sonora: FAIL
5-Animação: OK
6-Kazami Hatsuho e Maho: OK
7-Momentos Inconvenientes: OK
8-Dublagem: OK
9-Versão boa em Mangá: OK
10-Kazami Mizuho, Hatsuho e Maho: OK!
Portanto Onegai Teacher leva 8 dos 10 pontos! Nada mais justo que um 8.0 em sua nota!
Merecidos!
Podia ter dado mais se fosse igualzinho ao mangá, mas como anime faltou bastante sim. Embora ainda seja bem legal.
Onegai Teacher é altamente recomendado para todas as pessoas de todas as idades. Apesar de um pouquinho de fanservice, é uma história que pode envolver um público geral.
A gente só fica deprimido quando descobre que nunca pode ter uma
Mas uma hora ou outra a gente se acostuma e fica feliz.
Ou não.
\o
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Yumeria
Yo, putos!!
Como vão vocês depois desse carnaval?
Pois é, depois de muito samba nas orelhas e um joelho machucado, eu volto para falar de mais um dos meus primeiros animes que assisti diretão: Yumeria.

Como vão vocês depois desse carnaval?
Pois é, depois de muito samba nas orelhas e um joelho machucado, eu volto para falar de mais um dos meus primeiros animes que assisti diretão: Yumeria.
Yumeria surgiu de um game para PS2, do gênero Shonen Visual Novel que ganhou uma adaptação para anime em 12 episódios, em janeiro de 2004. Dirigido por Motonaga Keitaro e produzido pelo Studio Deen, a animação tem qualidade altíssima e foi feito com um capricho genial. Logo a primeira coisa que me chamou atenção quando comecei a assistir o primeiro episódio foi essa qualidade alta que colocaram na produção deste anime. Com um roteiro muito chamativo e interessante, Yumeria se tornou na minha opinião um motivo de orgulho por ter assistido. Um anime pequeno, com conteúdo, comédia, ação, referências sensacionais, fanservice e alto nível de produção. Vamos para a nossa querida review então!!
A história começa quando Mikuri Tomokazu, um adolescente japonês comum de 15 anos com uma vida incrivelmente sem graça faz aniversário. Ao completar seus 16 anos de idade e comemorar com sua prima mais velha Senjou Nanase, que é sua parente viva mais velha e mais próxima, portanto responsável por ele, tem um dia agradável e vai dormir. O enredo começa a partir DAÍ! Tomokazu tem um sonho incrivelmente realista em que ele vai parar em um mundo deserto e alternativo, que está sendo atacado por criaturas mechas gigantescas. Ao ficar desesperado achando que morreria, o protagonista foi salvo por uma linda garota lolicon de cabelos azul-arroxeados (WIN!) que voava pelos céus com uma roupa branca e toda repicada (Double WIN!) e atirava raios azuis poderosos para aniquilar as estranhas criaturas (Triple WIN!). Após explodir o inimigo, a garota cai no colo de Tomokazu desmaiada (EPIC WIN!) e é então que o herói acorda. Aí você pensou "Pô, sair de um EPIC WIN para um EPIC FAIL de acordar e perceber que era tudo mentira seria TOSCO!". Eu concordo com você. E é por isso que Yumeria é tão bom.
Ao acordar, a garotinha lolicon de cabelos azuis-arroxeados ESTAVA LÁ (DOUBLE EPIC WIN!)! E NUA (TRIPLE EPIC WIN!)! E ELA SÓ FALA "MONE MONE", E ADORA O TOMOKAZU (MONSTER WIN!!!!!)!!
Para quem gosta de um fanservice bem bolado, o primeiro capítulo já vale por toda a vida!
Mas enfim, cof cof, voltando para a Review do enredo...
A partir desse momento, Mikuri Tomokazu começa a perceber que tem o poder de acessar este mundo paralelo chamado Moera, o mundo dos sonhos. Além de ser o único a ter acesso restrito, ele inconscientemente também adquire a habilidade de transportar pessoas para dentro e fora dos sonhos. Resumindo: A sua melhor amiga e parzinho romântico Agatsuma Mizuki, Mone (a garota epic Win), sua prima Nanase, sua outra prima Kuyou e uma piveta sem-teto chamada Neneko (que ele conhece do nada na rua) começam a conseguir acessar Moera todas as vezes que dormem. Dentro de Moera, todos adquirem poderes ao receberem o toque de Tomokazu (que é quase sempre um clássico Agarra-teta) e se tornam como Mone, guerreiras com roupas repicadas que soltam raios para derrotar Mechas e salvar o mundo!!
E melhor! Com uma genial referência a qualquer Tokusatsu de Super-Sentai!!
O enredo vai se desenvolvendo a partir das batalhas contra os Faydooms (que são aqueles Mechas gigantes que eu falei agora pouco ;D) e de como eles conseguem, mesmo dentro dos sonhos, influenciar o mundo real. A partir destes riscos de influências vindas dos Faydooms, novas revelações acontecem e o objetivo no protagonista não se torna apenas brincar de Changeman durante os sonhos, mas proteger os bons sonhos da humanidade dos pesadelos, garantindo assim a segurança de um futuro melhor.
Adicione um pouquinho de Fanservice bem dosado a este enredo, com uma comédia de ótimo gosto (apesar de alguns toques de humor negro leve que fazem você morrer de rir), a qualidade exemplar já comentada anteriormente... BUM! Temos um sensacional anime!!!
Um ponto que ficou esquisito em Yumeria foi o excesso de caracterização das personagens mais novas. Apesar do charme lolicon não ter ficado exagerado e muito bem utilizado, é fato que a produção deste enredo acha que TODA garota mais nova que o protagonista deve ser retardada e ter cagoetes esquisitos na fala.
Mone, a primeira loli que nos aparece, só fala MONE MONE. Não aprende sequer UMA palavra durante a vida, o que deve ter enchido o saco também de Arishima Moyu, sua dubladora (que pelo jeito tem esse como um dos seus únicos papéis principais, já que o outro mais conhecidinho foi em Hanaukyo Maid-Tai interpretando a otaku Ikuyo. E olha que Hanaukyo Maid-Tai é incrivelmente UNDERGROUND!).
Além de Mone só falar Mone, como se fosse um Pokémon, temos a piveta Neneko e seu gato Koneko. Koneko só mia de um jeito esquisito, o que deve ter enchido o saco de sua dubladora também, Fukuen Misato, que apesar do papel mais babaca, é bem mais famosa e renomada que Arishima (todos aí lembram da vozinha de Kurono Kurumu, de Rosario+Vampire, dizendo YAHOO!! né?). Já Neneko, a dona do gato com a voz da Fukuen, tem duas personalidades. A principal, que é a verdadeira piveta Neneko, fica falando "Na no da" no final de toda frase, e acabou por uma utilização tosca da voz divertida de Nakanishi Tamaki (que interpretou papéis divertidos e não irritantes, como Nagatsuki Kuryuu em Happy Lesson! e Nanao Ai em Kanokon). E é bem chato ter que ouvir Nanoda no final de toda frase, nanoda. A outra personalidade de Neneko é boring, e tem a voz também mal utilizada de Suzuki Mariko (que interpretou o papel ÉPICO da Chigusa-sensei em Green Green).
A outra personagem mais nova não é lolicon, mas apenas um ano e meio mais nova que Tomokazu. Senjou Kuyou tem 14 anos, já tem tanto peito quanto Agatsuma Mizuki (que tem 16) e é muito mais sexy. Para uma garota dessas, a gente colocaria uma voz bonitinha que não irritasse - o que não foi feito. Nakayama Sara (que interpretou Chitose Midori - outra irritante - em Green Green) tem uma voz que enche o saco quando se ouve por mais de sete segundos. Para piorar, assim como todas as outras garotas mais novas que Mikuri Tomokazu, ela também tem cagoete na fala. Antes de terminar uma conclusão, ela tem que enfiar um maldito "Tsumari" antes da finalização da frase. Esse Tsumari significa nada menos que "Resumindo". É como se eu fizesse toda essa review sobre as dubladoras de Yumeria e terminasse dizendo "Resumindo: As pivetas são um SACO!".
Mas analisando por um lado diferente, os outros personagens (ou seja: As não-pivetas) tem vozes muito boas. A voz doce e ao mesmo tempo animada de Asano Masumi (Sonsaku Hakufu em Ikkitousen, e Mari Ayuki em Kashimashi) ficou ótima em Agatsuma Mizuki. A voz dela é gostosa de se ouvir e agradou bastante ao ser intercalada com as pivetas irritantes - tirando um pouco da dor de cabeça que elas dão.
Mikuri Tomokazu foi dublado de forma sensacional por Hatano Wataru (Chikuma Koshiro em Basilisk) e deu bastante emoção nas cenas do anime. A cena em que Mone surge na cama dele no primeiro episódio e o faz berrar após um delay de 5 segundos para cair a ficha me fez cagar de rir. Palmas para Hatano-san, trabalhou magnificamente!
Mas os dois atores que fizeram a dublagem do anime valer a pena foram Inada Tetsu interpretando Ishikari-sensei, o professor que maltrata Tomokazu o dia inteiro através de pancadas, bloqueios na escada, provas incrivelmente difíceis e queimadas com bolas espinhentas e explosivas; e a gênio Inoue Kikuko (Kazami Mizuho em Onegai Teacher, e mais uma porrada de professoras por animes aí) que fez de Senjou Nanase (QUE TAMBÉM É UMA PROFESSORA!) uma mulher super doce e carismática. Mas mesmo com estes dubladores geniais, não adianta nada ter metade do elenco nas coxas.
"Resumindo: A dublagem de Yumeria não foi legal não."

Tendo a dublagem como único ponto realmente fraco, eu vou dar para Yumeria a nota "9.0". E de forma justa. O enredo é bom, a idéia é boa, o desenvolvimento é bom, os personagens são carismáticos, a história envolve o espectador, a animação é boa, o traço é bonito e a diversão proporcionada a quem assiste é realmente proveitosa.
Portanto Yumeria é um anime curtinho altamente recomendado pra você que quer ter algumas horas de diversão na frente da telinha. Assista Tomokazu e suas amigas serem transportados para o mundo dos sonhos e salvarem o mundo de todos os pesadelos!
Espero realmente que gostem deste anime assim como eu gostei, e que recomendem para muitas pessoas. Yumeria é um anime ótimo que por aqui pelos nossos cantos, não é muito conhecido.
Quem sabe a gente não divulga legal pra todo mundo conhecer? Aí a gente pode ver uns cosplays de Mizuki, Nanase, Kuyou, Mone e Neneko nos Anime Friends da vida ;)
Bons sonhos
\o
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
Elfen Lied
Olá de novo, meus putos!
Eu sei que não se passou nem três dias desde que eu postei a última Review, mas acho que o negócio vicia. Portanto hoje vou falar de algo que a maioria daí conhece, ou no mínimo já ouviu falar: Elfen Lied.

Pra fechar essa Review então vamos concluir a nota para Elfen Lied:
Eu sei que não se passou nem três dias desde que eu postei a última Review, mas acho que o negócio vicia. Portanto hoje vou falar de algo que a maioria daí conhece, ou no mínimo já ouviu falar: Elfen Lied.
Lembra da Review de Love Hina, que eu comentei que se você leu o mangá você não poderá assistir o anime?
Pela primeira vez na Terra vamos falar do caso CONTRÁRIO.
Elfen Lied foi originalmente criado por Okamoto Lynn na revista adulto-juvenil Young Jump, a mesma que publicou GANTZ, por exemplo. Foi um lançamento semanal e que fez muito sucesso.
Não sei por que.
Um mangá ruim como aquele não merece aquele tanto de leitores. Com uma arte feia e suja, o roteiro mal contado e a dinâmica pobre, Okamoto fez literalmente uma porcaria. Mas eu não fico triste pelo sucesso deste mangá não. Muito pelo contrário, eu agradeço horrores aos japoneses que tem esse mal-gosto.
É graças a ele que saiu o anime.
SIM! É DISSO QUE ESTOU FALANDO, BABY!
A dinâmica e narrativa ruins de Okamoto foram substituidas por uma ótima animação do diretor Kanbe Mamoru. O desenho porco também foi substituido por personagens bonitos, carismáticos (na medida do possível pra uma história como essa) e acima de tudo: Anatomicamente corretos.
Com desenhos e dinâmicas bem feitas, então só nos resta aproveitar o ponto alto deste anime: GAROTAS BONITAS E NUAS, SANGUE, VIOLÊNCIA E PUTARIA!
Por que?
Trata-se de uma história que conta uma possível evolução do ser humano, os "Diclonius". Ao começar a surgir uma raça como essa, que tem chifrinhos que parecem orelhinhas de gato que você compra no Anime Friends por menos de dez reais, cabelos rosa-avermelhados (que parecem de cosplay também, daqueles que você pesquisa no e-bay) e braços invisíveis que atingem uns dois metros de altura, É CLARO que eles sofreriam maus tratos e preconceito! Sofrendo com isso, os Diclonius começaram a evoluir entre si, e chegaram a um nível que essa raiva pelos humanos que lhes maltrataram fez com que os Diclonius novos nascessem já sem o mínimo amor no coração, e com o tempo saíssem matando os humanos com o intuito de fazer uma terra só para a raça evoluída.
Por causa desta revolta automática dos Diclonius desde o nascimento, assim que eles nascem (de mães normais mesmo) já são ou sacrificados (Eutanásia, baby) ou são presos para pesquisas tecnológicas, biológicas e evolutivas.
O anime então começa quando uma das Diclonius mais poderosas, Lucy, consegue fugir de sua cela em uma destas orgnizações de pesquisa. Ao matar 80% dos funcionários da empresa usando seus "Vectors" (que são os braços invisíveis e gigantes e - ainda por cima - super fortes e resistentes), consegue finalmente achar a saída. Mas é aí que ela toma um tiro na nuca, que bate em seu capacete e cria uma pancada forte, que a faz desmaiar e cair em alto mar. Achando que a vadia tinha virado presunto, os caras da organização conseguiram relaxar o rabo e desistiram de caçá-la.
Mas Lucy sobreviveu, com uma segunda personalidade criada no choque da bala em sua nuca! Essa personalidade não sabe de NADA, nem mesmo falar. O único som que consegue emitir é "Nyu", que acaba virando seu nome ao conhecer o protagonista Kouta e sua prima com complexo, Yuka. Diferente de Lucy, Nyu é fofa, amigável, amável, inocente e sorridente, adorável, encantadora, linda e carinhosa. Não tem idéia do que são Vectors, do que é uma Diclonius, por que infernos tem chifrinhos de cosplay e cabelos ruivos arrosados mesmo sendo japonesa. Ainda assim, não liga para tais fatos, assim como também não liga para quando está sem roupa na frente do protagonista. Ou na frente de qualquer um.
A partir daí o anime se desenvolve em volta da história do Okamoto lá, só que muito mais envolvente. Embora a história seja boba e meio que "pensada nas coxas" só pra ter ação gore e gostosas peladas grátis, este anime de suspense/terror dá sim, um cagaço da porra.
Eu particularmente estava sozinho em casa durante as férias de julho, naquele frio, embrulhado num edredom na frente do PC. Comecei a assistir esse anime achando que era só uma ação meio violenta, lá pela meia noite e meia.
Claro que não dormi. Tive que assistir o anime inteiro de uma vez só e ir dormir depois que a história acabou. Se parasse pelo episódio seis ou sete e fosse dormir, CLARO que apareceria uma diclonius no meu sonho e me aniquilaria quatro vezes. Duh!
Tem que ter cu.
O enredo tosco e besta só tirou um pouco do envolvimento que a gente gosta de ter com os personagens. Ainda assim, é bem sentimental e profundo, fazendo você pensar bastante sobre a crueldade do ser humano, e onde ele pode chegar pra conseguir seus desejos egoístas ou menosprezar os outros para fazer de si alguém mais importante. Isso sim, foi algo bem expresso.
Outra coisa que gostei foi, novamente, da dublagem. Trata-se de Kobayashi Sanae fazendo vozes fininhas para Nyu e vozes tenebrosas para Lucy. E Yuka, apesar de uma personagem babaca que ninguém gosta de verdade, foi atuada por ninguém menos que Noto Mamiko. Aaah, a Noto Mamiko *o*
O elenco também conta com Suzuki Chihiro, Hosoi Osamu, Nakata Joji, Matsuoka Yuki e Hagiwara Emiko nos outros papéis mais importantes (respectivamente Kouta, Kurama, Bandou, Nana e Mayu), que fizeram trabalhos espetaculares. Matsuoka Yuki inclusive quase me pareceu a diva Mizuki Nana em várias cenas. Pena que não era ela. Mas tudo bem, eu acho :D

Pra fechar essa Review então vamos concluir a nota para Elfen Lied:
Animação boa, enredo ruim, garotas nuas OK, sangue OK, trilha sonora DIVINA (Lilium owna TUDO, e Kawabe Chieko cantando "Be Your Girl" no encerramento não precisa de mais nada), personagens bobos (com exceção dos diclonius), cagaço da porra. História fraca, narrativa decente, envolvimento mediano.
Eu achei que Elfen Lied pode levar merecidos "8.7" pra casa com todo orgulho. Se saiu melhor que Love Hina. O que é bem injusto, já que Akamatsu-sensei é BEM melhor que esse tal de Okamoto. Há.
Foi um tempo de cu preso bem divertido enquanto assisti a série durante uma única madrugada, portanto eu indico SIM este anime. Principalmente se você tem gostos otaku tão esquisitos, alterados e LEGAIS como os meus, que vêem em sangue, peitos, calcinhas, violência e putaria a verdadeira diversão!!
Claro, modere. Senão você vai sair por aí se achando o diclonius e matar o seu cachorro.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Love Hina
Olá, meus putos!
Meu nome é Chucky Vile, e eu estou iniciando este humilde blog para dar Reviews aos animes que eu já assisti e tenho bastante o que criticar. "Mas o que isso vai me ajudar?" você pergunta... E eu respondo: "SIMPLES! Você tá afim de assistir um anime mas não sabe qual escolhe daquela lista imensa de downloads que tem no site que você achou? Leia aqui! Se gostar, assista, se não gostar, não assista!". E além disso, junto com muitas reviews de anime eu também colocarei junto notas sobre os seus respectivos mangás, o que vai ajuda-los a escolher também as obras de leitura. Se não servir de nada, no mínimo você vai dar boas risadas, porque pode ter certeza: Não sei se tenho bom gosto, mas sem dúvida tenho bom humor.
Para começar com chave de ouro, vou lhes dividir meu conhecimento sobre o primeiro mangá que li de início ao fim, para depois assistir o anime e ter conteúdo o suficiente para repartir neste blog horroroso.
Meu nome é Chucky Vile, e eu estou iniciando este humilde blog para dar Reviews aos animes que eu já assisti e tenho bastante o que criticar. "Mas o que isso vai me ajudar?" você pergunta... E eu respondo: "SIMPLES! Você tá afim de assistir um anime mas não sabe qual escolhe daquela lista imensa de downloads que tem no site que você achou? Leia aqui! Se gostar, assista, se não gostar, não assista!". E além disso, junto com muitas reviews de anime eu também colocarei junto notas sobre os seus respectivos mangás, o que vai ajuda-los a escolher também as obras de leitura. Se não servir de nada, no mínimo você vai dar boas risadas, porque pode ter certeza: Não sei se tenho bom gosto, mas sem dúvida tenho bom humor.
Para começar com chave de ouro, vou lhes dividir meu conhecimento sobre o primeiro mangá que li de início ao fim, para depois assistir o anime e ter conteúdo o suficiente para repartir neste blog horroroso.
Sim, rapazes! Estas são as beldades criadas por Akamatsu Ken e sua incrível habilidade de fazer qualquer garota (Sim, QUALQUER garota) parecer sexy! Seu traço bonitinho e gracioso fez as personagens japonesas parecerem japonesas apesar dos peitos e olhos grandes. O mangá é realmente bem desenhado e MUITO bem escrito, afinal de contas, quem nunca morreu de rir lendo um livrinho de Love Hina, certo?
Pois é, aí vem a grande questão. Depois de ler duzendos e quarqueirada de capítulos de um mangá fenomenal do Akamatsu, com uma comédia romântica que consegue SIM tirar o fôlego do leitor, você no mínimo aguarda um anime de nível médio ou alto. Ou não.
Lembra do que eu falei do traço gracioso do Akamatsu? Pois é.
PELO AMOR DE SUZUMIYA, O QUE ACONTECEU!?
Onde está o traço gracioso do Akamatsu!? Onde está a sensualidade das japonesas com olhões e peitos?? POR QUE INFERNOS ELAS FICARAM GORDINHAS E MALFEITAS!?
NUNCA um mangá foi tão mal representado em anime quanto em Love Hina, em termos de traço. O desenho sempre muda, fato, a gente já espera isso logo de cara... Mas fala sério, uma coisa é mudar para fazer uma adaptação, outra coisa é simplesmente MUDAR! Narusegawa Naru não ficou parecendo Narusegawa Naru, assim como Aoyama Motoko, Maehara Shinobu, Kaolla Su, Konno Mitsune, Urashima Haruka, e além disso, quem MENOS se parece com o original é o protagonista: Urashima Keitaro. E a pior parte é que existem de fato duas pessoas que ficaram parecidas com o mangá nesse anime: Shirai e Haitani, os dois amigos do protagonista que mal aparecem.
Cacete, se não aparece, dava pra fazer de qualquer jeito! Quem era pra ser realmente gostosa, bonitinha, kawaii e delicada, ficou parecendo a Geyse!
Vamos então mudar um pouco.
Deixando a aparência de lado, vamos ver o interior, afinal de contas, quem vê caras não vê que horas são. Principalmente se você tiver a foto da sua namorada grudada no relógio.
Love Hina, por Akamatsu Ken, conta a história de Urashima Keitaro, um garoto de 20 anos que falhou por 3 vezes consecutivas o vestibular para a Toudai, ou a Universidade de Tóquio. Intrigado e deprimido pela sua incapacidade, além de ter que arcar com as dificuldades de um Ronin (estudante para vestibulares), ainda é expulso da casa dos pais. O único lugar que lhe resta é a pensão da vovó Hinata, a Hinatasou. O que ele não sabe é que essa pensão se tornou uma pensão só para garotas, e é CLARO, todas gostosíssimas. Morando sozinho em uma pensão lotada de cocotas, o garoto que apesar de parecer meio boiola por demorar anos pra conseguir pegar alguém, se apaixona por uma das moradoras, Narusegawa Naru. Mas ele não quer se envolver com garota alguma, pois o seu verdadeiro amor é alguém que conheceu na infância e prometeu a ele que se casariam quando se encontrassem NA TOUDAI. Vendo várias possibilidades que faziam parecer que Narusegawa era a garota da promessa, as aventuras começam a partir daí e tomam rumos muito diferentes conforme a história vai se desenvolvendo, principalmente quando temos a aparição de Otohime Mutsumi, que tem TODAS as evidências necessárias para ser a verdadeira garota da promessa.
Apesar do lance de um garoto com várias gostosas ser super clichê em mangás de comédia romântica Ecchi, temos que concordar que Akamatsu soube fazer isso incrivelmente bem. A dinâmica dos quadros, a narrativa, a introsão dos personagens entre si e também com o leitor é um exemplo para qualquer um que queira um dia escrever uma comédia do gênero.
É uma pena que o anime tenha saído dessa forma...
Urashima Keitaro, versão gordinha e com cabelo de geek, vai viver na pensão da vovó Hinata, beleza. Conhece as garotas, se ferra, e se apaixona por Narusegawa Naru, beleza.
QUEM DIABOS SÃO AQUELES MONGES VELHINHOS QUE VIVEM PERTO DA PENSÃO!? E EXISTE ALGUM SENTIDO EM ALGO QUE ELES FALAM!?
Eles não existem no mangá, rs (L)
Além disso, o anime começou bem em termos de enredo principal, até se tornar uma verdadeira sucessão de invenções Filler. Quem diabos é aquele Kentaro bonitão que aparece pra dar em cima da Naru? E desde quando a irmã da Kaolla é vilã e tem um crocodilo branco?
Além disso, por que diabos o sonho de Aoyama Motoko é uma fase do videogame (Super Nintendo) do Keitaro que ela odeia?
É, pra quem não leu o mangá, o anime de Love Hina é ótimo. Pra quem leu, sinto muito.
O rumo tomado se torna COMPLETAMENTE diferente, até chegar no final e ter as ceninhas semelhantes sobre quem é a verdadeira garota da promessa, que assim como no mangá, fica em aberto e o leitor NUNCA de fato descobre. Isso foi bacana, apesar de super mal contado.
Outra coisa a ser relevada foi a escolha do elenco de dublagem japonesa. Horie Yui e Ueda Yuuji fizeram uma combinação perfeita como Naru e Keitaro. Isso sem precisar mencionar a ÉPICA Kobayashi Yumiko no papel de Kaolla Su.
"Kobayashi vai se tornar Seiyuu!!" <
Para tentarem se redimir com as falhas de roteiro, cortes de cenas do mangá e traços incrivelmente modificados, saiu Love Hina Again. Trata-se de uma série de 3 OVAs contando a penultima saga do mangá, quando a meia-irmã de Keitaro, Urashima Kanako, aparece e tenta casar-se com ele a qualquer custo.
Ficou ruim. Mas foi só uma adaptação mal pensada, por que está sim - melhor que o anime. O traço ficou similar ao de Akamatsu, a direção foi bem bolada, o mesmo elenco de Seiyuu... O problema foi uma falta de cabeças a mais pra pensar num enredo realmente bom como o original. Até aí, paciência.
Afinal de contas, a melhor saga de Love Hina (e também a última) que conta a viagem para o país natal de Kaolla, Mol Mol, não foi contada em momento algum. E por ser a saga final, já deu pra entender que este anime simplesmente não tem o final correto da história original.
Minha nota para Love Hina foi 8.5. Sim, uma nota relativamente alta para todas as críticas que dei. Apesar de todas as falhas, como eu disse anteriormente, pra quem não leu o mangá o anime é bom sim. Não é tão parecido com a história amada de Akamatsu, mas diverte bastante o espectador.
Então eu aconselho: Assista o anime de Love Hina sem ter lido o mangá. Se você leu o mangá, você fez o MELHOR possível, pois a obra é genial. Mas tome cuidado: se quiser assistir o anime, vai se decepcionar e talvez ter vontade de bater (ainda mais do que ja tinha) na Narusegawa.
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